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Dizem que a gente só sabe escrever sobre o que estamos sentindo ou já sentimos. É por isso que nunca escrevo sobre o amor. Posso escrever sobre morte, dor, tristeza, alegria, amizades. Mas nunca sobre aquele tipo de amor. Aquele que dizem que te leva para outro mundo, aquele que é ou já foi correspondido, nem que seja só por um olhar. Porque milésimos de segundos podem se tornar centenas de palavras para um escritor. De um pequeno gesto pode se originar um livro.

-Lolita Jones

Prazer, Lolita Jones.

Sou a dona desse Mundo Vadio, mas só desse. O real, ainda não é meu. Nesse outro sou apenas uma formiga em meio à tantas outras. Nele, as pessoas não são o que parecem ser. Elas também sempre tem algo a esconder. E quando tentam mostrar o que realmente são, os outros as desprezam. Aquele sim, é um mundo vadio. Esse, do qual sou dona, é apenas uma saída de emergência, um refúgio. Um refúgio desse mundo vadio, onde posso pensar o que quero, dizer o que penso e ser quem eu sou. Sem medo de ser julgada, rotulada. Sem medo de me expressar.

-Lolita Jones

Frase ao Vento.

“Me revolta saber que não posso ser como quero para os outros, e me alegro em saber que mesmo assim o sou.”

               –Dircila